O Zelda Ocarina of Time remake chega nesta quinta-feira, 5 de novembro de 2026, só para Nintendo Switch 2, por R$ 329,90 na versão digital. É um refazimento completo do clássico de 1998, com visual novo, câmera livre, salto manual, trilha orquestrada e, pela primeira vez na série, dublagem em português do Brasil. Ele ocupa cerca de 27 GB, e a edição física de R$ 439 esgotou em 10 minutos na pré-venda. Veja o preço, o que muda de verdade e o que a Nintendo ainda não respondeu.
Quanto custa o Ocarina of Time remake no Brasil
A versão digital custa R$ 329,90 na Nintendo eShop brasileira. O preço sugerido da caixa é R$ 439, R$ 109,10 a mais. A primeira leva física, com embalagem de acabamento metalizado, esgotou em cerca de 10 minutos em 16/09, e a Nintendo não confirmou quantas unidades fez nem se haverá reposição, segundo o Tecnoblog.
| Versão | Preço | Situação em 02/11 |
|---|---|---|
| Digital (eShop) | R$ 329,90 | à venda na loja oficial |
| Física (preço sugerido) | R$ 439 | 1ª leva esgotou em 16/09; sem novo lote confirmado |
Esse é o cenário ideal para golpe: produto esgotado, muita procura e lançamento marcado. Se aparecer caixa muito barata pronta para entrega, passe o site pelo nosso teste de confiança antes de fazer o Pix.

Quando sai e no que roda
O jogo sai em 5 de novembro de 2026, e a Nintendo confirma exclusividade para o Switch 2, nos modos TV, semiportátil e portátil, para um jogador. O arquivo estimado é de 27 GB. Quem tem o Switch antigo fica de fora: a página fala só em Nintendo Switch 2.
Ocarina of Time tem dublagem em português?
Sim. A Nintendo tratou do assunto na Brasil Game Show: Romina Whitlock, diretora de marketing para a América Latina, disse à Omelete que este é, pela primeira vez, um Zelda localizado com dublagem. O Canaltech, que testou o jogo por duas horas numa demonstração no México, confirma vozes e textos em português e a opção de trocar para o inglês no menu.
Vale um cuidado: a Nintendo confirmou cenas dubladas, e o Game Over Drive observa que não está claro se conversas menores também terão voz. Espere muita fala em português nas cenas principais, sem garantia para cada personagem de cada vila.
O que muda no Ocarina of Time remake em relação ao Nintendo 64
Muda tudo o que você vê e a maior parte do que você aperta, mas a história e a estrutura continuam as mesmas. A Nintendo reconstruiu cenários, personagens e materiais em vez de só aumentar a resolução. A tabela resume as diferenças confirmadas até agora.
| Item | Nintendo 64 (1998) | Switch 2 (2026) |
|---|---|---|
| Gráficos | feitos para o hardware da época | modelos, luz e materiais refeitos |
| Câmera | ângulos limitados | livre, no analógico direito |
| Salto | automático, ao chegar na borda | botão próprio |
| Corrida | rolamentos repetidos | comando próprio |
| Mira | só no analógico | analógico e movimento |
| Vozes | gritos e exclamações | cenas dubladas, com mais diálogos |
| Música | sintetizada | arranjos com orquestra |
| Passagem do tempo | o relógio parava em alguns lugares | dia e noite continuam em qualquer área |
| Objetivos | conversa e dicas da Navi | Fios do Tempo, um diário de missões |
| Carregamento | transições entre áreas | transições mantidas, porém mais curtas |
A ocarina e o Zelda Notes
O instrumento do título também mudou de jeito. O remake usa o microfone do console para tocar: o Einerd fala em assoprar, e o site francês Actugaming, em cantarolar as melodias, então é um detalhe para confirmar com o jogo na mão. Há ainda uma ocarina física vendida à parte e integração com o Zelda Notes, no aplicativo Nintendo Switch App, que acompanha o progresso e pode ajudar a encontrar locais do jogo a partir de imagens.
O que não muda
O mundo continua dividido em áreas, sem virar mapa aberto. A Floresta Kokiri, por exemplo, não se liga diretamente ao Campo de Hyrule. O sistema de mira nos inimigos e a progressão principal também seguem reconhecíveis. Quem espera um Zelda no estilo Breath of the Wild vai encontrar outra coisa.
O que a Nintendo ainda não disse
Há três perguntas abertas às vésperas do lançamento. A taxa de quadros não foi anunciada, mesmo com a promessa de fluidez. Não há confirmação de novos templos ou regiões. E a Master Quest, a versão mais difícil das masmorras, não apareceu no material oficial que lemos, então não conte com ela.
Minha opinião
Refazer um clássico é o teste de regressão mais cruel que existe. Você mexe em tudo e precisa que a sensação continue a mesma. A régua não é uma especificação, é a memória de quem jogou com 12 anos, e essa régua não aceita correção.
O detalhe que eu acho mais corajoso é o salto manual. Parece só mais um botão, mas as fases de 1998 foram desenhadas contando com o pulo automático. Dar esse controle ao jogador pode criar atalhos que ninguém previu. É o tipo de mudança que eu gostaria de ver testada à exaustão, e a resposta só sai depois do dia 5.
Pelo preço, eu não correria atrás de caixa supervalorizada. A versão digital é R$ 109 mais barata que o preço sugerido e não esgota. A coleção faz sentido para quem coleciona; para quem só quer jogar, é pagar a mais por uma embalagem.
Perguntas frequentes
Quando sai o remake de Ocarina of Time?
Em 5 de novembro de 2026, exclusivamente para Nintendo Switch 2.
Quanto custa Zelda Ocarina of Time no Brasil?
R$ 329,90 na versão digital. O preço sugerido da física é R$ 439, mas a primeira leva esgotou.
O jogo é dublado em português?
Sim, nas cenas dubladas, com textos em português e opção de áudio em inglês. Não está confirmado se toda conversa menor tem voz.
Roda no Nintendo Switch comum?
Não. A página oficial indica apenas o Nintendo Switch 2.
Quantos GB ocupa?
Cerca de 27 GB, segundo a estimativa da Nintendo.
Vira mundo aberto?
Não. As áreas continuam separadas por transições, agora com carregamento mais curto.
Você jogou o original no Nintendo 64? Conta nos comentários o que não pode mudar de jeito nenhum.
Resumo
- Sai em 05/11/2026, só para Nintendo Switch 2, com cerca de 27 GB.
- R$ 329,90 no digital e R$ 439 no físico, com a primeira leva esgotada.
- Primeiro Zelda dublado em português do Brasil.
- Câmera livre, salto e corrida próprios, trilha orquestrada e diário de missões.
- Não vira mundo aberto, e a taxa de quadros não foi anunciada.


